sábado, 20 de junho de 2009

Santi, santi, santi.

Santo a valer é o António
a que outros se seguirão
de mangerico e alho porro
de arquinho e até balão.
Toc'andar que se não corro
ainda perco o meu João.
Ai jasus que ainda morro
que ainda faltam o sr. Pedro,
sardinhas e vinho a jorro.
O mundo treme de medo
Anda no ar uma tenSão...
por poder partir a bilha,
essa grande maravilha.

Mas ca ganda pandemónio!

d'aqui


Bom, e por falar em marchas, em Alcácer afortunadamente assisti a um concurso já há um ror de anos que me deixou agradavelmente surpreendido. Tomei-as como uma mais uma grande lição. Esta terra no domínio da cultura tem muito para oferecer, ao contrario do que algumas figuras, filhas da terra que fora dela se projectaram, querem fazer crer.

Na música duas colectividades locais e outra na Vila do Torrão, prestam uma actividade meritória e emprestam serviços públicos, simplesmente notáveis, de; formação, educação e sociabilização de dezenas de jovens.

No teatro, de uma companhia, o Teatro do Rio, já tive o gosto de vos falar e falarei quando estes amadores "preguiçosos" derem oportunidade. Tenho também saudades do teatro revisteiro que Bichas e Revezes, de nome, a Manela da sapataria, a Ju das finanças, o Tona dos jornais, o Casimiro dos bolos, e outros que não sei citar, desculpem, volta e meia se lembram de abrilhantar.

Ah, falávamos de marchas! Essas infelizmente estão paralisadas por... excessiva competitividade? Por insuficientes apoios? Falta de carolice? Não sei, talvez um pouco de cada. Mas bem melhor do que eu reza aos santinhos o poeta:

“Santo António e são João
E também São Pedro amigo
Oiçam com muita atenção
a razão deste pedido:

Com impostos sempre à solta
Ou p’los meios mais celulares
Por favor tragam de volta
Nossas marchas populares”
(versos de Jorge Marques)


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Alcacer Velhinha - Banda da Calceteira

1 comentário:

trek disse...

AAAAAH!!!! É a nova aquisi/SÃO