segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Qual é a solução, então?


... "A lei prevê outros mecanismos que podem ser accionados pela trabalhadora contra a entidade empregadora. Sempre que ocorre um despedimento de uma trabalhadora grávida, puérpera ou lactante, sem parecer prévio da CITE, ela pode de imediato instaurar uma acção em tribunal e pedir o patrocínio do Ministério Publico. Porém, quem alega ser discriminado tem que fundamentar essa discriminação, incumbindo ao empregador o ónus da prova, isto é, tem que provar que não discriminou a trabalhadora, nem cessou o contrato de trabalho por estar grávida."...


DIVULGAR, DIVULGAR, DIVULGAR.
DEPRESSA

5 comentários:

Rafeiro Perfumado disse...

O cúmulo seria a colaboradora ser engravidada pelo chefe. Que eles nos tentam fecundar, lá isso tentam!

maria_arvore disse...

Eu não acredito que neste país que tanto pugna pela defesa da vida, haja quem despeça trabalhadoras grávidas. ;))

Bem divulgado. :)

Erecteu disse...

Raf,
Desculpa, a mim ainda não me tentaram fecundar. Fodem-me é cinco dias por semana.

Um abraço.

-----
Maria, mas tu tás um espanto!
Quem nã acredita sou eu mas já lá vou à tua janela confessar o estado em que fiquei.

Um, um, ummmm..., nem consigo dizer.

Maria disse...

Se ficasse grávida o meu chefe não se atreveria a despedir-me ;)

Agora a sério, vou avisar as minhas amigas.


beijos e obrigada pelo aviso

sagher disse...

só há uma saida. foder isto tudo e tentar fazer melhor noutra tentativa. este mundo fede, foda-se