segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Dia_positivo

O caminho
O puto vivia o dia numa excitação incontida. Desde a véspera que ansiava pelo momento de ver finalmente a casa nova. Abraçando um embrulho de papel castanho lá seguia com a Avó, umas vezes à frente outras para trás ficando se carica ou lagartixa o chamava – anda Nereu, rais partam o moço praguejava a mulher; passo firme e ligeiro sem se render á velha mala e trouxas, uma à cabeça, outra batendo-lhe nas pernas a cada passo conquistado à distância. – oh vó ainda falta muito? – não meu filho é já ali. O puto ganhava alma e corria competindo com a bicicleta que passava -tá quieto Nereu olha que cais. Era assim desde que a velha, ajeitada a casa, o sol para raiar, fechada a porta e depositada a chave no vaso; mirada de soslaio, atacou os haveres distribuídos pelas trouxas e pela mala opada; equilibrada a primeira à cabeça agachada, era agarrar o que restava e subir, não fora Nereu ter-se colado ás costas prolongando o sono interrompido; -malvado miúdo, sorte a minha! Anda filho, vamos, não queres ir? bastou para se soerguer e porem a caminho.
O sol já ferrando os corpos, Oh vó é já ali quando? –Estás a ver filho, aquelas últimas casas? É já ali.
O puto de olhar subindo e iluminado: -é mesmo vó? Disparou a correr –olha que cais gritou.
–Diaxo do miúdo pensou sorrindo.

domingo, 12 de novembro de 2006

Por este rio acima

(aconselha-se acelerar a seca. carregue no +)
com o P dos balões




sábado, 11 de novembro de 2006

História edificantes para não esquecer tão cedo

ALI-BLÁ-BLÁ
Corta e cola daqui
Há algum, pouco tempo, lá para os lados do Rato, vivia Ali Só-Sócra, que ganhava a vida vendendo promessas nas aldeias próximas à sua.
Uma bela tarde, ao regressar a casa, viu uma grande multidão de oitenta mil pessoas carregadas com grandes preocupações que as puseram no ar num pequeno país.
Então, espertíssimo, Ali Só-Sócra viu a grande oportunidade ao ver o chefe Al Santló a aproximar-se da parede rochosa e gritar: - Abre-te Sésamo! Como que por milagre abriu-se uma grande fenda na rocha e apareceu uma enorme gruta, no interior da qual a multidão de oitenta mil pessoas descarregou as grandes preocupações e saíram.
- Fecha-te Sésamo!- gritou o chefe. A parede voltou a fechar-se e foram-se embora. Quando Ali Só-Sócra viu que a multidão já ia longe, correu para a grande rocha e gritou:
- Abre-te Sésamo! Entrou na gruta e viu, espantado, que ela albergava um precioso tesouro, proveniente dos roubos que outros homens vinham praticando nas cidades da região.
No dia seguinte, pedindo segredo, contou tudo ao seu irmão mais velho Ali Ferod.
Logo que a noite caiu Ali Ferod, sem dizer nada a ninguém, colocou os arreios e alguns sacos nas mulas e dirigiu-se à gruta, sonhando durante todo o percurso que era muito, mas mesmo muito sortudo.
Porém, quando tinha os sacos quase todos cheios das preocupações, os ladrões regressaram para guardar mais preocupações roubadas e, ao verem-no, pois não havia como esconder-se, atiraram-se a ele e resolveram perguntar à multidão quem é que tratava deles.
Preocupado com o desaparecimento do irmão, e lembrando-se da conversa que tivera, Ali Só-Sócra decidiu ir procurá-lo à gruta. Logo que entrou viu-o atado de pés e mãos, viu a chance de ser ele a tratar de encantar a multidão.
Porém, quando os ladrões regressaram à gruta e viram que o AL-Ferod se tinha evadido, logo pensaram numa maneira de o apanharem e a quem o ajudou.
- Far-me-ei passar por merecedor e irei bater de porta em porta em todas as cidades em redor. Porei um de vós em cada esquina e concerteza que os caçarei.- decidiu o chefe Al Santló.
E lá foram de cidade em cidade, consoante o plano que tinha forjado, até que chegou a casa de AL-Ferod e o reconheceu. De imediato lhe pediu alojamento, ao que este anuiu, sem desconfiar de nada.
Mas durante o jantar a criadita Malurod, ao passar junto das vasilhas, ouviu os ladrões a cochicharem:
- Estejam preparados, aproxima-se o momento de os agarrarmos!
Malurod correu a contar a Ali Só-Sócra a estranha coisa que tinha ouvido. Resolveram então tecer um programa de doces promessas e despejá-lo em cada pote aonde se escondiam os malvados ladrões. Estes deram à sola aterrorizados, com excepção do chefe, Al Santló que foi preso e entregue aos guardas do rei AL Josampa que lhe disse vai-te embora não te quero ver mais.
AL-Ferod, agradecido, comprometeu-se a dar metade da sua fortuna ao irmão.
- Agradeço-te, mas apenas quero a tua herança para mim. A outra metade pertence a Maluro, com quem me vou casar!

E casaram! Vivem muito felizes a pregar umas partidas à multidão.
Aos ladrões que fugiram e não lhe fizeram mal nenhum, deu-lhes emprego na ALI-BLÁ-BLÁ & Cia onde andam agora a vender o seu produto.

A multidão vive feliz por se ter livrado do Al Santló e anseia por pregar uma partida ao feliz casal, como prenda de casamento.

vitória, vitória começou a história

Bom fim de semana

como anda aí uma onda de revivalismo procurei ir um pouco mais longe.

pro menino.

e pra menina


( o Tomates acha que não tive muita receptividade.- Lá está ele outra vez)

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

122/70, 1ª companhia

Sentados num desnível entre a parada e a caserna, naquele fim de tarde conversava um pequeno grupo. O que diriam naquela primeira semana de recruta? Conversas soltas seriam. – Oh nossos recrutas, bastou para pôr tudo em sentido, braços e dedos esticados, uns a ensaiarem uma continência outro à procura do quico, todos a tentar aplicar o que já deveriam saber. – Mas que vem a ser isto? – torniturava nada mais nada menos que o comandante da unidade. – a desrespeitar a farda sentados no chão? Tudo calado ouvindo a reprimenda, ouve-se – Oh senhor… - SENHOR!!! trovoou o Coronel – Oh nosso Capitão tire-me já o número desses gajos, quero-os todos à máquina zero e o fim-de-semana é por conta da casa; começaram a declinar o “nome e apelido” que agora tinham:
x/70, 1ª companhia, y/70, 1ª companhia, e por aí fora até ao convincente 122/70, 1ª companhia. Recebida a piçada, perdido de vista o “estado maior”: – Oh pá enganaste-te não és o 122! – e eles sabem qual é o meu número, caralho?
Sábado meio-dia via-se, pela última vez de cabelo intacto, riso contido, piscar de olho e acenar de mão disfarçados, marchar direito à porta de armas o Chico Zé Gordo.

Cântico de amor negro

"O XZ FOICE "
De Bolinha a Chico Zé Gordo, connosco cresceu. Foi o primeiro a ganhar o direito a ter o nome por inteiro:

FRANCISCO JOSÉ MARTINS DO VALE

O Primeiro:
inconformado
pervertedor
apaixonado
desbocado
chatarrão
ignorado
teimoso
carente
guloso
culto e
amigo
Sofreu e resistiu a dois atentados, caiu na última emboscada montada pela gadanha. Juntou no último acto amigos que nem as violas levaram. Viverá em histórias aldrabadas, por contar. Entregámo-lo ás valquírias que o levaram para onde, com ele, não mais haverá sossego.
Se estou chateado? Não!
Morreu como quis, com ele encavado.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Denunciando erecteu 1


Tenho poucos amigos mas bons.
É fácil de apurar


2(C+J+J1+T+Z-1)=(-K+5)/2 »
» C+ J+J1+Z+K=5+1 »
» C+J+J1+Z+K = 6

(o constante K = Erecteu)
ora, feitas as contas de cabeça dá… dá 5. Seis? qual seis, K não conta para nada.
Cinco como os dedos da minha mão, é mesmo giro!


Bom mas isso é o que menos vos importa, adiante.
Telefono-lhe e o mula não me atende, sabendo eu que é coisa a que ele não resiste, pergunto-me se não lhe terá dado o treco.
Desmascarando Erecteu: o gajo é capaz do que não lembra ao diabo. Recuemos uns anos, situemo-nos em Vila Moira, onde eu trabalhava. Ao cair da tarde de um quente verão, a campainha desata a tocar sem mais parar; que remédio, enrolei-me à toalha e fui pingando até à porta. Ali estava ele de dedo afincado na campainha, o velho saco de cabedal aos pés, de sorriso velhaco armado. Voltei-lhe as costas e para a casa de banho voltei tirar o sabão; ele, foi entrando direito ao quarto do fundo, atirou-se com o saco para cima da cama feita de branco, cigarro preto nos beiços sem saber do cinzeiro, até me sentir ir para a sala… veio ao meu encalço e ferra-me com aquele exagerado abraço que não sei bem, se bem me sabe ou mais me irrita.
Libertado do laço oiço disparar: como é hoje? – Tenho que trabalhar; -ai é? Vou contigo. E lá veio carregando o saco das máquinas. Foi a dar-lhe: rãkiau e nossasenhoradorossio, olé, fados, aí fadista! até às quatro e meia da manhã. Despachada a seca e os – oh senhor, tire aqui mais uma, era hora de voltar. noite de brasa sufocante lá fomos até ao carro, Erecteu meio murcho, arrancámos, vem-me ele, voz muribunda e aroucalhada –estou-me a sentir mal –que tens? – Sinto-me engripado. Fecho a janela, ando cem metros, jesus! O tipo lançou-me a bufa mais podre que alguma vez testemunhei! Isso faz-se? Volve ele: respira pela boca matos. E foi até casa desbragado a rir sem parar.


Digam lá se não é nesta vida que ele tem que as pagar?

Não te impressiones minha pombinha


O que aqui vês, é só um banho de fantasia que encheria o saudoso prestige de platonismo.Fui adoptado, vá-se lá saber porquê, por umas amigas e uns camaradas virtuais que me têm mimado com muito do que gostaríamos, todos, de encontrar no mundo tangível.Tivesse eu poder e um dia pregava-vos uma partida. Fazia com que aparecêssemos numa clareira, em noite de lua cheia, lá para os lados do Gerêz.Alguém levaria absinto, outra petiscos a la mich, e todos histórias para contar.O que daria para rir! Afinal aquele é “lingrinhas”..., e olha aquele, afinal é aquela!Farráva-mos toda a noite!, um emprestava o casaco ao que tivesse frio, outro adormecia pela primeira vez no regaço de outro.Depois devolvia-vos.
Ao acordar tínhamos todos, todos,
tido o mesmo sonho lindo.

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Dedicado à Professora, minha amiga, Marie-Baum ;)

Nunca os entendi, confesso. Porque seria agora que os iria entender?
*
**
Depois de OITENTA MIL terem saído à rua,
.
agora, preparam-se para ficar em casa, esses e
muitos mais
.
dia 9 e 10 de Novembro
fazendo força para que a Srª Drª Ministra volte às origens




terça-feira, 7 de novembro de 2006

Ai Maria,


Tu queres streap!... Aqui vai:

1. Uso o pijama que o senhor me deu ou raramente uma "tshirt".
E tenho a mania que não sou alarve.
2. Começo por dormir à pontinha da cama (esqª ou dtaª, tanto faz, nisso sou um cavalheiro), dou a primazia às senhoras.
E tenho a mania que lidero.
3. Rolo os olhos pelo tecto (só falta assobiar); nessa altura penso como é bom ter um colchão mole que faz covinha pró meio.
E tenho a mania que sou atrevido.
4. Se não a aproveitam, viro-me a 3/4 subo um joelho e afloro a quente proximidade; segue-se um descomprometido passar de mão pela cintura; se a receptividade está adormecida... adormeço, “prontos”.
E tenho a mania que sou frontal
5. Não é por sistema, mas já dei o meu traque subversivo por baixo dos lençóis. Adoro quando é detectado. Tenho tido galhofa de luz apagada, ao melhor nível da camarata do colégio.
E tenho a mania que não sou porcalhão

6. Esta é de borla: Tenho a mania que dou noites inesquecíveis, estarei mesmo no “top ten”… RONRONO, ronroneio e tenho a mania que compenso!

Lá vai Erecteu tu é que pediste

Eu cá, digamos, não sou um "puro", nem um atravessado de pimba e de "chico - esperto". Por esta razão não chupo os puros, e os atravessados também – o recado está dado ouviste E. ? Passo a explicar: os puros têm a mania do tudo certinho; ele é o politicamente correcto, a defesa das minorias, a ética mais a moral, mais os direitos, mais o diabo que os carregue. Os "chico–esperto" esses variam entre a quinta a fundo e a tracção às quatro: calçam o sarcasmo, atestam de ironia, caixa de seis sabedorias para a frente, crítica para trás; escape livre que ninguém mais se ouve; e quando vêem alguém a querer opinar olham de soslaio pró retrovisor e metem-se a meio; aos que gostam de ouvir, mais do que falar, encostam-se à traseira e aí vai disto, simpaticamente, diga lá o que pensa, a sua opinião interessa a todos, vá lá fale homem!
Bom, estou meio apresentado para o pessoal que passa pelo “com menta”, (isto tem lá jeito só o Erecteu) chamo-me Tomás, Tomás sem z e com assento.
Estranharão ver-me aqui mas o Erecteu não me larga a braguilha: “então quand’é que mandas o mail (ele fala assim, hão-de reparar: quand’é, pra, prati… – patacolá digo eu! - não dá para morrer a rir mas é de rir, … (e eu contenho-me que o tipo fica logo de olhos baços se nos metemos com ele).
Bom íamos no mail. Tanto sarnou, sarnou que eu lá condescendi. Pedi-lhe o endereço, as palavras passe, mas quando vi o Blog, meu Deus, pensei: bela coisa em que me vim meter! E agora como é, recuo para as Berlengas? Estou no que não digo, que eu sou uma pessoa educada. Ainda por cima veio-me à ultima da hora com uma conversa esquisita! Que tinha outro blog e que talvez… Disse-lhe logo - Oh meu comigo é cá assim: ou é no "com menta" como tínhamos falado ou não é em nenhum lado, Lorpa será quem e para quem quiser!
Aqui têm! Se quizer que apague e eu ralado! Volto a pôr. Ou acaba com o blog ou muda as palavras passe; mas disso já tratei eu. E do que ele percebe de máquinas a ver vamos...
Ainda para mais sei eu o que ele queria: Criado para o ensinar a pôr música, vídeos, e mais não adivinho.
Não se preocupem que o lado chico resolve a coisa; a mim não me apanha ele! Que trabalhe, e é se quer. Ainda por cima, ia escrever para quem? Para o boneco está claro! Ele que escreva lá para as suas marias, mais duas ou três que nem saem da frente nem se metem debaixo; escrever para o boneco! Isso é que era bom!
Acho que vou andando. Enfio-lhe isto nos queixos, quando ele abrir o mail… tenho pena de não ser mosca para ver a cara do Lorpa, mas melhor vai ser quando abrir aqui o "com demente" ainda lhe dá uma solipampa.

post posta: Estou de boca pra nuca e de mãos atadas.
O Tomates teve a lata de postar isto?
O Tomates inventa e deturpa a porra das conversas que tivemos. No mínimo é insultuoso e volto à minha: teve um curto circuito ao nivel do lóbulo frontal e se não fez, devia fazer uma lobotomia. Numa coisa tem razão quando, com fastio, abri o mail qu' ele mandou e comecei a ler: passei-me. Mas numa coisa se enganou, se julgava qu'eu fazia delete. Gajos com'ele não me tapam a porra da boca. O Tomates par'aqui fica. O Tomás pra mim acabou, ponto final.

Manias que o blog tece

"Cada bloguista participante tem de enunciar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blogue."


Como tenho a mania que não alinho em correntes... aqui vai.

tenho a mania que:
  1. o dia é curto em especial se for folga
  2. a verdade vem sempre ao de cima
  3. nasci com o cú virado pra lua
  4. toda a gente é amiga, até prova em contrário
  5. tenho hábitos e não tenho manias.

Avançam (?)

  • Marie-baum
  • Filipe
  • Diefe
  • Toix
  • Rui

que me perdoem, se poderem

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

A quatro mãos

Qual a quatro mãos! O gajo pendura-se aqui, crava as quatro patas e eu acabo d'unhas capadas.
Vocês conhecem lá o bicho, nem vos conto. Pra já porque não sou do tipo de dizer mal dos amigos e depois, depois… não sei “prontos”. Ah já sei, depois não quero aqui maça-los com as pepineiras dele que é um chatarrão.
Para fazerem ideia: ainda hoje: estava eu, atrasado, a fazer o arroz com ervilhas toca o telefone, - será a Boa Derek? Uma merda, era ele. Ouvi-lh’a voz e pensei logo naquela da chamada que caiu, mas... sou um frouxo! – Oláaa és tu de novo, conta. –Sabes tava aqui a pensar o que devia escrever o que é que achas de… - cortei logo, ao ataque, ó matos tu –Não é matos é TOMÁS, - desculpa lá Tomás, é o vício; mas o que hás-de escrever é contigo, tá? disse o mais suavemente que pude. – Que é que achas de uma análise política ou social, bem não sei bem s’és de esquerda ou direita - já bufava e contorcia-me dum lado pró outro, o Anaca lá de cima: oh pai, almoçamos ou nãoOO? O gajo do outro lado –é pra… -e eu: Não sou de direita nem de esquerda sou torcido porrrra.
De repente dá-me o cheiro. Tenho de desligar, pá, tenho o arroz ao lume. – Tão tarde? –É tão tarde é, manda-me qualquer merda pró mail. – MERDA? – Não t’ofendas ma…, Tomates -TOMATES? –Desculpa Tomás, é que tenh’o arroz ao lume e o puto a chiar que tem fome gaita, manda-me isso pró mail, cat’é logo; e... em fim foi-se!
Vou pra cozinha, começo a servir o arroz grelhado com o Anaca, lá do banco, olhos ascendentes e lábios arrepanhados. –Acabrunhado, desculpa lá filho… -Não faz mal pai, bora lá comer. –Primeira festa do dia.
Há putos muita porreiros.

domingo, 5 de novembro de 2006

É imperioso ser INTOLERANTE, com a intolerância.


in Lusofolia
Faz dois anos
que mataram
Theo Van Gogh. Em sua homenagem, o seu filme Submission pode ser visto aqui.
// posted by Toix @
9:37 AM


a denuncia deve chegar tão longe quanto for preciso, independentemente de a intolerância nos ferir directamente ou não.

Mais do que o corpo, a consciência deve ser preservada intacta.

sábado, 4 de novembro de 2006

Oremos que é domingo


desconstrução de uma sociedade ou o streap tease dos preconceitos
- às Marias & Xs-
agradecimentos às marias que deram a dica
depois de um dia a partir tola, louros para o Anaca que fez isto enquanto coçava o dedo do pé

Gosto mesmo do sábado

Sábado é um dia porreiro, a segunda-feira está longe – é como um arrozal imenso há minha frente – mijo, sacudo, faço uma concessão à higiene: lavo os dentes e ala comprar o jornal – recuso-me terminantemente a dizer qual para não alimentar a guerra do SIM vs NÃO dos semanários.
De volta, 8:49 está mesmo bom! instalo-me no sofá, café tomado,
puxo de uma cigarrilha rolo-a nos dedos como se lápis afiasse, miro-a e acendo-a com volúpia.
Ainda não tinha completado a passa… TIRITIRIRI, toca o telefone! Olho-o de soslaio com ódio disfarçado, hesito, hesito e não resisto, (não vá dar-se o caso de ser a Bo Derek) – maldita ansiedade – não era; era o Tomás!
O que se segue já vocês sabem: - Olá Erecteu, não t’acordei pois não? Tu levantas-te sempre cedo. – por acaso não, deitei-me tardíssimo, mas não faz mal, ainda bem - e continua: que o jantar do outro dia foi porreiro, que tem falado muito de mim com o João, de quem ambos gostam muito e que, e que e mais que – já me remexo no posto quando: e então pensaste naquela ideia de escrevermos juntos? Ai agora é que as levas - Sabes ó Matos – Não é matos sou Tomás - Desculpa lá, sabes que… estive a pensar que, que… devias mandar-me um mail com uns textos pra gente ver.
Bardamerda pra mim froxo d’um cabrão.
Desligo o telefone, já não me apetece olhar pr’ó SOL.

OFENSIVO!




dois bons ementos de ataque

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Entusiasmo mal contido


god shave a raínha


in ADN



UFFF...!



SAUDADE (como não sei pôr música... fica a imagem da Cesária Verde -resta-vos trautear, por mim)

do olimpo veio a inspiração, se não veio, foi da casmurrice.

já podem fazer fila pr'a prantar o que vos aprouver.

Saudosos beijos e abraços.

ooo---ooo

AlôuIn = Travessura? Virose?

Tou que não posso. Depois de querer filtrar o acesso deixei de poder comentar.
Agora é o Lorpa que não me deixa sequer postar.
É aproveitar para se despedirem porque me parece que vou desaparecer, tecnicamente, no éter; espero que não.

Bjs e abraços à blogosfera