
os guarda de Jan
são talvez como eu
-O dedo?
Picasso, Old man
-Olá compadri.
melhor do que ninguém,
os contras:
rondam com o vento, encostam a barriga ao chão, às vezes, muitas, ao balcão;
há-os que elegeram um pouco de areia e de mar como sua pátria,
não querem saber de informações de transito ou de remodelações governamentais, quando as há.
da funtasia
feito de pequenos nadas,

e promessas
***
feito yó-yó, ariba e abajo, vou deixando aqui as conchas onde tropeço
pois não há nó que não se desfaçaporque busco o que tarda em chegar
***
foi o tempo de descarregar uns apontamentos, de resto uma espreitadela ao meu ciber-amor e cá vou eu de novo
até já

Qualquer Dia
No inverno bato o queixo
sem mantas na manhã fria
No inverno bato o queixo
Qualquer dia
Qualquer dia
No Inverno aperto o cinto
Enquanto o vento assobia.
No inverno aperto o cinto
Qualquer dia
Qualquer dia
No Inverno vou pôr lume
Lenha verde não ardia.
No inverno vou pôr lume
Qualquer dia
Qualquer dia
No Inverno penso muito
Oh que coisas eu já via
No inverno penso muito
Qualquer dia
Qualquer dia
No Inverno ganhei ódio
E juro que o não queria
No inverno ganhei ódio
Qualquer dia
Qualquer dia
(F. Miguel Bernardes/ José Afonso)
***
* link desactivado não vá o anjo tecê-las
Quando eu morrer batam em latas
Rompam aos saltos e aos pinotes;
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!
Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza:
A um morto nada se recusa,
E eu quero por força ir de burro!...
Mário de Sá-Carneiro
Pedro, percursor do assalto magrebino de hoje, aparece com a ideia bizarra de que deus há só um, o que lhe valeu o glorioso fim de bizarramente acabar crucificado.
Desculpa lá Louçã, que lá são não sou e me perco por trilhos que não interessam.