
O que é que se há-de fazer a um fodilhão compulsivo?
Proponho para ele um castigo, castigo sério, a valer. Mas não me ocorre nada.
Puxo pela cabeça puxo e não sai nada. Admito que a cabeça é o meu ponto fraco, assim como a cabecinha é o ponto fraco dele.
Tenho que bolar uma lá isso tenho. Ajudem-me.
Ainda pensei naquela tipo “Laranja Mecânica”: cura pelo mal, ou seja obrigá-lo a foder, foder sem parar. -Ah, estás a ir-te abaixo? –ó Jaquim, (ou Jaquina, tanto faz), aumenta a voltagem e Zzzzut, lá vai mais uma. –Não consegues, pronto tá bem. Passamos à canzana mas tens de continuar. E depois vinha a galinha, intervalava-se com uma insuflável para rematar com a ovelhinha.. -Por hoje chega, podes ir embora mas amanhã, estás aqui às nove em ponto para a segunda sessão que o tratamento prescrito são quinze dias.
Bom admitamos que é mau, cruel até. Mas deixo ir o gajo, ouvi bem?
Ajudem-me porra que fazer-lhe? Deixo-o ir para continuar a foder compulsivamente?
Moles, vocês são uns moles, são uns frouxos e frouxas é oque é.
Ele está bem é para aquelas que se insinuam, arrulham, eriçam as penas, dão voltinhas para um lado e depois para o outro e… quando chega a altura zás: Ou é a dor de cabeça, o cansaço, o muito que fazer, ah, o período.Bem essa do período já vai desaparecendo que há para aí quem não leve essa desculpa em conta –os papa tudo em permanência, qual farmácia de serviço.
Ainda há para aí quem queira dar uma queca?
























agora está no meio, o cabelo e a saia saltam, está a abanar assim com a mão, parece que me está a querer dizer adeus,




-Ai é? E quando for
Eu não percebi nada. Ela ficou a olhar para ele e disse: -Tá certo vai-te sentar. Quando ele ia a “assentar-se”, ela disse a rir –É a lei da rolha. Os meninos desataram a rir. Ele não se sentou; agarrou nas coisas pôs na sacola e ía a sair. A soussora perguntou:










