Partiu para outra, maison.

Assim se abriu a Dr. disposta a desenrolar o que lhe ía pela alma, pela cabeça, ou talvez por aquele corpinho todo, até.
Mas, até ela se engana!
Não sendo supersticiosa, está-se cagando para que tachos, panelas ou mala voem ou não voem, se a mala aterra ou não nos tomates do primo. Uma coisa vos garanto: se está mal… MUDA-SE.
Boa rapariguita, tem tido ocasião de experimentar os melhores serviços que o mercado disponibiliza: ele é o melhor enchido lá do talho, os updates informáticos, em mão propria por competentes calças de ganga e camisolas práticas; prelecções de insignes Professor Zigurate, eu nem digo que mais! Sigam por lá acima. Um primeiro ano de pura delícia literária.
Bom, estou para aqui a tecer laudas mas… não julguem que é conformada a santa, porque não é mesmo. Quem seja desprovido de braços para envolver, língua para saborear e pernas para abraçar, melhor será que se dirija ao bengaleiro, recolha boné ou sobretudo e se retire atempadamente.
Estão lá no fundo à vossa disposição: rebobinem a fita três “ânusitos” e depois contem.
Pessoalmente não lhe dou qualquer especial importância, porque quem o GIFT tem não merece qualquer outro reconhecimento. Para ela é tudo tão "fácil" !

Erecteu











































Á sua frente uma escada como a que leva aos céus; íngreme e estreita por onde poucos passam, estranhamente curta; escasso cobertor, focinho burilado, espelho avantajado; alva de seu pinho, textura profundamente marcada de tanta lixívia. Mão no joelho para facilitar a escalada, ainda a meio não ía e já Nereu furava direito às portas que lá no alto: a da frente cerrada, a da direita oferecida. –à tição, tanta pressa pra quê?, ele zut, arrancou a quatro por ali acima, em sons indescritíveis, direcção à luz que o puxava, mais que buraco negro do céu. Ao assomar do patim, lá de dentro vinha –Oh anda, como que se aflito estivesse, o “vó anda” repetia-se reforçado pelo batuque no soalho a dois pé; espreitou semiofegante, a cozinha –Pára, olh’á vi
