sexta-feira, 17 de novembro de 2006

Qual dilema qual quê.

Artes ou ciência, Porquê?

Artes & Ciência, Porque não?

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

NÃO ESQUECER DE PAGAR O SAPO ADSL

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quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Dia_positivo 3



Aberta a porta, para a direita, Maria que antes se benzera, preocupou-se em entrar com o pé direito, no mundo que se lhe oferecia.
Á sua frente uma escada como a que leva aos céus; íngreme e estreita por onde poucos passam, estranhamente curta; escasso cobertor, focinho burilado, espelho avantajado; alva de seu pinho, textura profundamente marcada de tanta lixívia. Mão no joelho para facilitar a escalada, ainda a meio não ía e já Nereu furava direito às portas que lá no alto: a da frente cerrada, a da direita oferecida. –à tição, tanta pressa pra quê?, ele zut, arrancou a quatro por ali acima, em sons indescritíveis, direcção à luz que o puxava, mais que buraco negro do céu. Ao assomar do patim, lá de dentro vinha –Oh anda, como que se aflito estivesse, o “vó anda” repetia-se reforçado pelo batuque no soalho a dois pé; espreitou semiofegante, a cozinha –Pára, olh’á viziINHA! em troca recebeu a precipitada investida de um abraço pela cintura. -como lhe sabia bem aquele rostinho quente, no ventre!
Para ali ficaram em balanço suave; Maria descendo os olhos da lâmpada que baloiçava para aquele espaço, ainda, estranho: fogão na chaminé, louceiro de portas de vidro! mesa pintada de azul ou verde-turqueza, plantada quase a meio, janela dependurada na parede do fundo como se um quadro fosse; Não vira tudo e já começava a mudar o sítio às coisas, olhos quase brilhantes. Ereneu, esse, já ía em tropel direito ao quarto do fundo, sem ligar à porta no pequeno corredor, talvez por sombrio que era. Foi lá ter, a satisfação arrepanhou-lhe o coração, agora sim brilhavam mesmo; cama de sobra pra dois, guarda-fatos, cadeira e até mesinha com duas gavetitas! ali era fácil: é só arredar a cama pr’á parede. –Debruçado, de barriga colada, na pequena janela, sentenciou: Parece um avião! –tem cuidado, filho, vou buscar o resto das coisas.

Assim desceu para subir ao céu mais duas vezes, só naquela manhã.

Incapacidade minha de comunicar

não me permitiu fazer o que queria


pique um e depois outro e...

é o que queria transmitir à autora

de tão louvável divulgação.


fica a brejeirice, resultado de uma tentativa falhada

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Dia_positivo 2

cada ponto de chegada é um ponto de partida
...
Como descrever aquele amontoado de casas predominantemente térreas confinadas por estrada e rua; abertas para pátios separados por muros que umas vezes eram outras não; que gente viveria ali e desde quando? uma família que crescera ao longo de gerações ocupando o terreiro, talhando-o em quintalitos ou pátios como mais lhe gostavam de chamar? O tempo, a seu tempo o revelará com certeza, ou melhor, talvez. Junto à rua contorcionada, varria um vulto negro, pá de zinco numa, vassourita descabada na outra mão. Rangendo foi-se levantando e rodando ao pressentir proximidade estranha. Quase erecta, inquiriu muda. –sou, depositando o carrego, a Maria Mota, como se a outra não o tivesse já adivinhado, de mão no rim, este é o Nereu –olha!, foi a resposta; -venham disse quando transpunha o muro por porta de tábuas rompido. É ali, disse.
Primeiro foram as duas viagens, para carregar até à porta semicerrada, ao canto, aquilo que afinal junto viera; depois, ao pôr a mão na aldraba de ferro, volteou a cabeça à procura… lá estava ele, ainda encostado à ombreira; só a cabeça franqueara o pátio, olhar perscrutando a pormenor, biqueira espetada cavando a terra, língua espetando, ora uma ora outra, as bochechas.
...

Dia_positivo

O caminho
O puto vivia o dia numa excitação incontida. Desde a véspera que ansiava pelo momento de ver finalmente a casa nova. Abraçando um embrulho de papel castanho lá seguia com a Avó, umas vezes à frente outras para trás ficando se carica ou lagartixa o chamava – anda Nereu, rais partam o moço praguejava a mulher; passo firme e ligeiro sem se render á velha mala e trouxas, uma à cabeça, outra batendo-lhe nas pernas a cada passo conquistado à distância. – oh vó ainda falta muito? – não meu filho é já ali. O puto ganhava alma e corria competindo com a bicicleta que passava -tá quieto Nereu olha que cais. Era assim desde que a velha, ajeitada a casa, o sol para raiar, fechada a porta e depositada a chave no vaso; mirada de soslaio, atacou os haveres distribuídos pelas trouxas e pela mala opada; equilibrada a primeira à cabeça agachada, era agarrar o que restava e subir, não fora Nereu ter-se colado ás costas prolongando o sono interrompido; -malvado miúdo, sorte a minha! Anda filho, vamos, não queres ir? bastou para se soerguer e porem a caminho.
O sol já ferrando os corpos, Oh vó é já ali quando? –Estás a ver filho, aquelas últimas casas? É já ali.
O puto de olhar subindo e iluminado: -é mesmo vó? Disparou a correr –olha que cais gritou.
–Diaxo do miúdo pensou sorrindo.

domingo, 12 de novembro de 2006

Por este rio acima

(aconselha-se acelerar a seca. carregue no +)
com o P dos balões




sábado, 11 de novembro de 2006

História edificantes para não esquecer tão cedo

ALI-BLÁ-BLÁ
Corta e cola daqui
Há algum, pouco tempo, lá para os lados do Rato, vivia Ali Só-Sócra, que ganhava a vida vendendo promessas nas aldeias próximas à sua.
Uma bela tarde, ao regressar a casa, viu uma grande multidão de oitenta mil pessoas carregadas com grandes preocupações que as puseram no ar num pequeno país.
Então, espertíssimo, Ali Só-Sócra viu a grande oportunidade ao ver o chefe Al Santló a aproximar-se da parede rochosa e gritar: - Abre-te Sésamo! Como que por milagre abriu-se uma grande fenda na rocha e apareceu uma enorme gruta, no interior da qual a multidão de oitenta mil pessoas descarregou as grandes preocupações e saíram.
- Fecha-te Sésamo!- gritou o chefe. A parede voltou a fechar-se e foram-se embora. Quando Ali Só-Sócra viu que a multidão já ia longe, correu para a grande rocha e gritou:
- Abre-te Sésamo! Entrou na gruta e viu, espantado, que ela albergava um precioso tesouro, proveniente dos roubos que outros homens vinham praticando nas cidades da região.
No dia seguinte, pedindo segredo, contou tudo ao seu irmão mais velho Ali Ferod.
Logo que a noite caiu Ali Ferod, sem dizer nada a ninguém, colocou os arreios e alguns sacos nas mulas e dirigiu-se à gruta, sonhando durante todo o percurso que era muito, mas mesmo muito sortudo.
Porém, quando tinha os sacos quase todos cheios das preocupações, os ladrões regressaram para guardar mais preocupações roubadas e, ao verem-no, pois não havia como esconder-se, atiraram-se a ele e resolveram perguntar à multidão quem é que tratava deles.
Preocupado com o desaparecimento do irmão, e lembrando-se da conversa que tivera, Ali Só-Sócra decidiu ir procurá-lo à gruta. Logo que entrou viu-o atado de pés e mãos, viu a chance de ser ele a tratar de encantar a multidão.
Porém, quando os ladrões regressaram à gruta e viram que o AL-Ferod se tinha evadido, logo pensaram numa maneira de o apanharem e a quem o ajudou.
- Far-me-ei passar por merecedor e irei bater de porta em porta em todas as cidades em redor. Porei um de vós em cada esquina e concerteza que os caçarei.- decidiu o chefe Al Santló.
E lá foram de cidade em cidade, consoante o plano que tinha forjado, até que chegou a casa de AL-Ferod e o reconheceu. De imediato lhe pediu alojamento, ao que este anuiu, sem desconfiar de nada.
Mas durante o jantar a criadita Malurod, ao passar junto das vasilhas, ouviu os ladrões a cochicharem:
- Estejam preparados, aproxima-se o momento de os agarrarmos!
Malurod correu a contar a Ali Só-Sócra a estranha coisa que tinha ouvido. Resolveram então tecer um programa de doces promessas e despejá-lo em cada pote aonde se escondiam os malvados ladrões. Estes deram à sola aterrorizados, com excepção do chefe, Al Santló que foi preso e entregue aos guardas do rei AL Josampa que lhe disse vai-te embora não te quero ver mais.
AL-Ferod, agradecido, comprometeu-se a dar metade da sua fortuna ao irmão.
- Agradeço-te, mas apenas quero a tua herança para mim. A outra metade pertence a Maluro, com quem me vou casar!

E casaram! Vivem muito felizes a pregar umas partidas à multidão.
Aos ladrões que fugiram e não lhe fizeram mal nenhum, deu-lhes emprego na ALI-BLÁ-BLÁ & Cia onde andam agora a vender o seu produto.

A multidão vive feliz por se ter livrado do Al Santló e anseia por pregar uma partida ao feliz casal, como prenda de casamento.

vitória, vitória começou a história

Bom fim de semana

como anda aí uma onda de revivalismo procurei ir um pouco mais longe.

pro menino.

e pra menina


( o Tomates acha que não tive muita receptividade.- Lá está ele outra vez)

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

122/70, 1ª companhia

Sentados num desnível entre a parada e a caserna, naquele fim de tarde conversava um pequeno grupo. O que diriam naquela primeira semana de recruta? Conversas soltas seriam. – Oh nossos recrutas, bastou para pôr tudo em sentido, braços e dedos esticados, uns a ensaiarem uma continência outro à procura do quico, todos a tentar aplicar o que já deveriam saber. – Mas que vem a ser isto? – torniturava nada mais nada menos que o comandante da unidade. – a desrespeitar a farda sentados no chão? Tudo calado ouvindo a reprimenda, ouve-se – Oh senhor… - SENHOR!!! trovoou o Coronel – Oh nosso Capitão tire-me já o número desses gajos, quero-os todos à máquina zero e o fim-de-semana é por conta da casa; começaram a declinar o “nome e apelido” que agora tinham:
x/70, 1ª companhia, y/70, 1ª companhia, e por aí fora até ao convincente 122/70, 1ª companhia. Recebida a piçada, perdido de vista o “estado maior”: – Oh pá enganaste-te não és o 122! – e eles sabem qual é o meu número, caralho?
Sábado meio-dia via-se, pela última vez de cabelo intacto, riso contido, piscar de olho e acenar de mão disfarçados, marchar direito à porta de armas o Chico Zé Gordo.

Cântico de amor negro

"O XZ FOICE "
De Bolinha a Chico Zé Gordo, connosco cresceu. Foi o primeiro a ganhar o direito a ter o nome por inteiro:

FRANCISCO JOSÉ MARTINS DO VALE

O Primeiro:
inconformado
pervertedor
apaixonado
desbocado
chatarrão
ignorado
teimoso
carente
guloso
culto e
amigo
Sofreu e resistiu a dois atentados, caiu na última emboscada montada pela gadanha. Juntou no último acto amigos que nem as violas levaram. Viverá em histórias aldrabadas, por contar. Entregámo-lo ás valquírias que o levaram para onde, com ele, não mais haverá sossego.
Se estou chateado? Não!
Morreu como quis, com ele encavado.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Denunciando erecteu 1


Tenho poucos amigos mas bons.
É fácil de apurar


2(C+J+J1+T+Z-1)=(-K+5)/2 »
» C+ J+J1+Z+K=5+1 »
» C+J+J1+Z+K = 6

(o constante K = Erecteu)
ora, feitas as contas de cabeça dá… dá 5. Seis? qual seis, K não conta para nada.
Cinco como os dedos da minha mão, é mesmo giro!


Bom mas isso é o que menos vos importa, adiante.
Telefono-lhe e o mula não me atende, sabendo eu que é coisa a que ele não resiste, pergunto-me se não lhe terá dado o treco.
Desmascarando Erecteu: o gajo é capaz do que não lembra ao diabo. Recuemos uns anos, situemo-nos em Vila Moira, onde eu trabalhava. Ao cair da tarde de um quente verão, a campainha desata a tocar sem mais parar; que remédio, enrolei-me à toalha e fui pingando até à porta. Ali estava ele de dedo afincado na campainha, o velho saco de cabedal aos pés, de sorriso velhaco armado. Voltei-lhe as costas e para a casa de banho voltei tirar o sabão; ele, foi entrando direito ao quarto do fundo, atirou-se com o saco para cima da cama feita de branco, cigarro preto nos beiços sem saber do cinzeiro, até me sentir ir para a sala… veio ao meu encalço e ferra-me com aquele exagerado abraço que não sei bem, se bem me sabe ou mais me irrita.
Libertado do laço oiço disparar: como é hoje? – Tenho que trabalhar; -ai é? Vou contigo. E lá veio carregando o saco das máquinas. Foi a dar-lhe: rãkiau e nossasenhoradorossio, olé, fados, aí fadista! até às quatro e meia da manhã. Despachada a seca e os – oh senhor, tire aqui mais uma, era hora de voltar. noite de brasa sufocante lá fomos até ao carro, Erecteu meio murcho, arrancámos, vem-me ele, voz muribunda e aroucalhada –estou-me a sentir mal –que tens? – Sinto-me engripado. Fecho a janela, ando cem metros, jesus! O tipo lançou-me a bufa mais podre que alguma vez testemunhei! Isso faz-se? Volve ele: respira pela boca matos. E foi até casa desbragado a rir sem parar.


Digam lá se não é nesta vida que ele tem que as pagar?

Não te impressiones minha pombinha


O que aqui vês, é só um banho de fantasia que encheria o saudoso prestige de platonismo.Fui adoptado, vá-se lá saber porquê, por umas amigas e uns camaradas virtuais que me têm mimado com muito do que gostaríamos, todos, de encontrar no mundo tangível.Tivesse eu poder e um dia pregava-vos uma partida. Fazia com que aparecêssemos numa clareira, em noite de lua cheia, lá para os lados do Gerêz.Alguém levaria absinto, outra petiscos a la mich, e todos histórias para contar.O que daria para rir! Afinal aquele é “lingrinhas”..., e olha aquele, afinal é aquela!Farráva-mos toda a noite!, um emprestava o casaco ao que tivesse frio, outro adormecia pela primeira vez no regaço de outro.Depois devolvia-vos.
Ao acordar tínhamos todos, todos,
tido o mesmo sonho lindo.

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Dedicado à Professora, minha amiga, Marie-Baum ;)

Nunca os entendi, confesso. Porque seria agora que os iria entender?
*
**
Depois de OITENTA MIL terem saído à rua,
.
agora, preparam-se para ficar em casa, esses e
muitos mais
.
dia 9 e 10 de Novembro
fazendo força para que a Srª Drª Ministra volte às origens




terça-feira, 7 de novembro de 2006

Ai Maria,


Tu queres streap!... Aqui vai:

1. Uso o pijama que o senhor me deu ou raramente uma "tshirt".
E tenho a mania que não sou alarve.
2. Começo por dormir à pontinha da cama (esqª ou dtaª, tanto faz, nisso sou um cavalheiro), dou a primazia às senhoras.
E tenho a mania que lidero.
3. Rolo os olhos pelo tecto (só falta assobiar); nessa altura penso como é bom ter um colchão mole que faz covinha pró meio.
E tenho a mania que sou atrevido.
4. Se não a aproveitam, viro-me a 3/4 subo um joelho e afloro a quente proximidade; segue-se um descomprometido passar de mão pela cintura; se a receptividade está adormecida... adormeço, “prontos”.
E tenho a mania que sou frontal
5. Não é por sistema, mas já dei o meu traque subversivo por baixo dos lençóis. Adoro quando é detectado. Tenho tido galhofa de luz apagada, ao melhor nível da camarata do colégio.
E tenho a mania que não sou porcalhão

6. Esta é de borla: Tenho a mania que dou noites inesquecíveis, estarei mesmo no “top ten”… RONRONO, ronroneio e tenho a mania que compenso!

Lá vai Erecteu tu é que pediste

Eu cá, digamos, não sou um "puro", nem um atravessado de pimba e de "chico - esperto". Por esta razão não chupo os puros, e os atravessados também – o recado está dado ouviste E. ? Passo a explicar: os puros têm a mania do tudo certinho; ele é o politicamente correcto, a defesa das minorias, a ética mais a moral, mais os direitos, mais o diabo que os carregue. Os "chico–esperto" esses variam entre a quinta a fundo e a tracção às quatro: calçam o sarcasmo, atestam de ironia, caixa de seis sabedorias para a frente, crítica para trás; escape livre que ninguém mais se ouve; e quando vêem alguém a querer opinar olham de soslaio pró retrovisor e metem-se a meio; aos que gostam de ouvir, mais do que falar, encostam-se à traseira e aí vai disto, simpaticamente, diga lá o que pensa, a sua opinião interessa a todos, vá lá fale homem!
Bom, estou meio apresentado para o pessoal que passa pelo “com menta”, (isto tem lá jeito só o Erecteu) chamo-me Tomás, Tomás sem z e com assento.
Estranharão ver-me aqui mas o Erecteu não me larga a braguilha: “então quand’é que mandas o mail (ele fala assim, hão-de reparar: quand’é, pra, prati… – patacolá digo eu! - não dá para morrer a rir mas é de rir, … (e eu contenho-me que o tipo fica logo de olhos baços se nos metemos com ele).
Bom íamos no mail. Tanto sarnou, sarnou que eu lá condescendi. Pedi-lhe o endereço, as palavras passe, mas quando vi o Blog, meu Deus, pensei: bela coisa em que me vim meter! E agora como é, recuo para as Berlengas? Estou no que não digo, que eu sou uma pessoa educada. Ainda por cima veio-me à ultima da hora com uma conversa esquisita! Que tinha outro blog e que talvez… Disse-lhe logo - Oh meu comigo é cá assim: ou é no "com menta" como tínhamos falado ou não é em nenhum lado, Lorpa será quem e para quem quiser!
Aqui têm! Se quizer que apague e eu ralado! Volto a pôr. Ou acaba com o blog ou muda as palavras passe; mas disso já tratei eu. E do que ele percebe de máquinas a ver vamos...
Ainda para mais sei eu o que ele queria: Criado para o ensinar a pôr música, vídeos, e mais não adivinho.
Não se preocupem que o lado chico resolve a coisa; a mim não me apanha ele! Que trabalhe, e é se quer. Ainda por cima, ia escrever para quem? Para o boneco está claro! Ele que escreva lá para as suas marias, mais duas ou três que nem saem da frente nem se metem debaixo; escrever para o boneco! Isso é que era bom!
Acho que vou andando. Enfio-lhe isto nos queixos, quando ele abrir o mail… tenho pena de não ser mosca para ver a cara do Lorpa, mas melhor vai ser quando abrir aqui o "com demente" ainda lhe dá uma solipampa.

post posta: Estou de boca pra nuca e de mãos atadas.
O Tomates teve a lata de postar isto?
O Tomates inventa e deturpa a porra das conversas que tivemos. No mínimo é insultuoso e volto à minha: teve um curto circuito ao nivel do lóbulo frontal e se não fez, devia fazer uma lobotomia. Numa coisa tem razão quando, com fastio, abri o mail qu' ele mandou e comecei a ler: passei-me. Mas numa coisa se enganou, se julgava qu'eu fazia delete. Gajos com'ele não me tapam a porra da boca. O Tomates par'aqui fica. O Tomás pra mim acabou, ponto final.

Manias que o blog tece

"Cada bloguista participante tem de enunciar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blogue."


Como tenho a mania que não alinho em correntes... aqui vai.

tenho a mania que:
  1. o dia é curto em especial se for folga
  2. a verdade vem sempre ao de cima
  3. nasci com o cú virado pra lua
  4. toda a gente é amiga, até prova em contrário
  5. tenho hábitos e não tenho manias.

Avançam (?)

  • Marie-baum
  • Filipe
  • Diefe
  • Toix
  • Rui

que me perdoem, se poderem

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

A quatro mãos

Qual a quatro mãos! O gajo pendura-se aqui, crava as quatro patas e eu acabo d'unhas capadas.
Vocês conhecem lá o bicho, nem vos conto. Pra já porque não sou do tipo de dizer mal dos amigos e depois, depois… não sei “prontos”. Ah já sei, depois não quero aqui maça-los com as pepineiras dele que é um chatarrão.
Para fazerem ideia: ainda hoje: estava eu, atrasado, a fazer o arroz com ervilhas toca o telefone, - será a Boa Derek? Uma merda, era ele. Ouvi-lh’a voz e pensei logo naquela da chamada que caiu, mas... sou um frouxo! – Oláaa és tu de novo, conta. –Sabes tava aqui a pensar o que devia escrever o que é que achas de… - cortei logo, ao ataque, ó matos tu –Não é matos é TOMÁS, - desculpa lá Tomás, é o vício; mas o que hás-de escrever é contigo, tá? disse o mais suavemente que pude. – Que é que achas de uma análise política ou social, bem não sei bem s’és de esquerda ou direita - já bufava e contorcia-me dum lado pró outro, o Anaca lá de cima: oh pai, almoçamos ou nãoOO? O gajo do outro lado –é pra… -e eu: Não sou de direita nem de esquerda sou torcido porrrra.
De repente dá-me o cheiro. Tenho de desligar, pá, tenho o arroz ao lume. – Tão tarde? –É tão tarde é, manda-me qualquer merda pró mail. – MERDA? – Não t’ofendas ma…, Tomates -TOMATES? –Desculpa Tomás, é que tenh’o arroz ao lume e o puto a chiar que tem fome gaita, manda-me isso pró mail, cat’é logo; e... em fim foi-se!
Vou pra cozinha, começo a servir o arroz grelhado com o Anaca, lá do banco, olhos ascendentes e lábios arrepanhados. –Acabrunhado, desculpa lá filho… -Não faz mal pai, bora lá comer. –Primeira festa do dia.
Há putos muita porreiros.

domingo, 5 de novembro de 2006

É imperioso ser INTOLERANTE, com a intolerância.


in Lusofolia
Faz dois anos
que mataram
Theo Van Gogh. Em sua homenagem, o seu filme Submission pode ser visto aqui.
// posted by Toix @
9:37 AM


a denuncia deve chegar tão longe quanto for preciso, independentemente de a intolerância nos ferir directamente ou não.

Mais do que o corpo, a consciência deve ser preservada intacta.

sábado, 4 de novembro de 2006

Oremos que é domingo


desconstrução de uma sociedade ou o streap tease dos preconceitos
- às Marias & Xs-
agradecimentos às marias que deram a dica
depois de um dia a partir tola, louros para o Anaca que fez isto enquanto coçava o dedo do pé

Gosto mesmo do sábado

Sábado é um dia porreiro, a segunda-feira está longe – é como um arrozal imenso há minha frente – mijo, sacudo, faço uma concessão à higiene: lavo os dentes e ala comprar o jornal – recuso-me terminantemente a dizer qual para não alimentar a guerra do SIM vs NÃO dos semanários.
De volta, 8:49 está mesmo bom! instalo-me no sofá, café tomado,
puxo de uma cigarrilha rolo-a nos dedos como se lápis afiasse, miro-a e acendo-a com volúpia.
Ainda não tinha completado a passa… TIRITIRIRI, toca o telefone! Olho-o de soslaio com ódio disfarçado, hesito, hesito e não resisto, (não vá dar-se o caso de ser a Bo Derek) – maldita ansiedade – não era; era o Tomás!
O que se segue já vocês sabem: - Olá Erecteu, não t’acordei pois não? Tu levantas-te sempre cedo. – por acaso não, deitei-me tardíssimo, mas não faz mal, ainda bem - e continua: que o jantar do outro dia foi porreiro, que tem falado muito de mim com o João, de quem ambos gostam muito e que, e que e mais que – já me remexo no posto quando: e então pensaste naquela ideia de escrevermos juntos? Ai agora é que as levas - Sabes ó Matos – Não é matos sou Tomás - Desculpa lá, sabes que… estive a pensar que, que… devias mandar-me um mail com uns textos pra gente ver.
Bardamerda pra mim froxo d’um cabrão.
Desligo o telefone, já não me apetece olhar pr’ó SOL.

OFENSIVO!




dois bons ementos de ataque

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Entusiasmo mal contido


god shave a raínha


in ADN



UFFF...!



SAUDADE (como não sei pôr música... fica a imagem da Cesária Verde -resta-vos trautear, por mim)

do olimpo veio a inspiração, se não veio, foi da casmurrice.

já podem fazer fila pr'a prantar o que vos aprouver.

Saudosos beijos e abraços.

ooo---ooo

AlôuIn = Travessura? Virose?

Tou que não posso. Depois de querer filtrar o acesso deixei de poder comentar.
Agora é o Lorpa que não me deixa sequer postar.
É aproveitar para se despedirem porque me parece que vou desaparecer, tecnicamente, no éter; espero que não.

Bjs e abraços à blogosfera

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Rapidinhas e das boas!

Sim senhor, é com'eu gosto.
só prós dez melhores amigos

Malditas Genis...


a todas as GENIS portuguesas que o NÃO amoral quer agrilhoar a consciência
De tudo que é nego torto
Do mangue e do cais do porto
Ela já foi namorada
O seu corpo é dos errantes
Dos cegos, dos retirantes
É de quem não tem mais nada
Dá-se assim desde menina
Na garagem, na cantina
Atrás do tanque, no mato
É a rainha dos detentos
Das loucas, dos lazarentos
Dos moleques do internato
E também vai amiúde
Co'os velhinhos sem saúde
E as viúvas sem porvir
Ela é um poço de bondade
E é por isso que a cidade
Vive sempre a repetir
Joga pedra na Geni
Joga pedra na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni

Um dia surgiu, brilhante
Entre as nuvens, flutuante
Um enorme zepelim
Pairou sobre os edifícios
Abriu dois mil orifícios
Com dois mil canhões assim
A cidade apavorada
Se quedou paralisada
Pronta pra virar geleia
Mas do zepelim gigante
Desceu o seu comandante
Dizendo - Mudei de ideia
- Quando vi nesta cidade
- Tanto horror e iniquidade
- Resolvi tudo explodir
- Mas posso evitar o drama
- Se aquela formosa dama
- Esta noite me servir
Essa dama era Geni
Mas não pode ser Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni
Mas de fato, logo ela

Tão coitada e tão singela
Cativara o forasteiro
O guerreiro tão vistoso
Tão temido e poderoso
Era dela, prisioneiro
Acontece que a donzela
- e isso era segredo dela
Também tinha seus caprichos
E a deitar com homem tão nobre
Tão cheirando a brilho e a cobre
Preferia amar com os bichos
Ao ouvir tal heresia
A cidade em romaria
Foi beijar a sua mão
O prefeito de joelhos
O bispo de olhos vermelhos
E o banqueiro com um milhão
Vai com ele, vai Geni
Vai com ele, vai Geni
Você pode nos salvar
Você vai nos redimir
Você dá pra qualquer um
Bendita Geni

Foram tantos os pedidos
Tão sinceros, tão sentidos
Que ela dominou seu asco
Nessa noite lancinante
Entregou-se a tal amante
Como quem dá-se ao carrasco
Ele fez tanta sujeira
Lambuzou-se a noite inteira
Até ficar saciado
E nem bem amanhecia
Partiu numa nuvem fria
Com seu zepelim prateado
Num suspiro aliviado
Ela se virou de lado
E tentou até sorrir
Mas logo raiou o dia
E a cidade em cantoria
Não deixou ela dormir
Joga pedra na Geni
Joga bosta na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni

Sócrates:








ESTOU FARTINHO DE VER A MINHA INTELIGENCIA INSULTADA

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

HELLOween

- Doçura ou travessura?
- Acho-a uma doçura mas... Travessura, sem dúvida
in ADN

O estado e a sociedade produtora não são detentoras da actividade reprodutora



Tarsila do Amaral: "Os Operários" (1933) e "A Negra"(1923)
Sim, sim, sim à liberdade de escolha, Sim à livre decisão consciente.
Se o estado, a sociedade, garantissem às mães a possibilidade de suprir as carências e necessidades que elas pensam não poder assegurar, posso afirmar que a IVG, aborto, cairia para índices irrelevantes.
Julgar quem se nega a procriar crianças desvalidas, é de um cinismo atroz.

Carne pra canhão e mão d’obra barata, NÃO, NÃO, NÃO.

No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas trespassado
- Duas, de lado a lado-,
Jaz morto, e arrefece

Raia-lhe a farda o sangue
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos

Tão jovem! Que jovem era!
(agora que idade tem?)
Filho unico, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino de sua mãe».

Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve
Dera-lhe a mão. Está inteira
É boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço... deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.

Lá longe, em casa, há a prece:
"Que volte cedo, e bem!"
(Malhas que o Império tece")
Jaz morto, e apodrece,
O menino de sua mãe.
Fernando Pessoa
SOU PAI, SOU MÃE, SOU TUDO

terça-feira, 31 de outubro de 2006

Fiz a volta ao arquivo e apurei:

1º Não estou a falar completamente sozinho; recebi muito pelo pouco que dei, obrigado a todos.
Especialmente a tarantela que me elegeu como inimigo de estimação - só agora dei por ela; cumpri o dever de lhe responder, força tarantela, não te inibas ou coíbas.
No bipolar direi que estou na alta

2º Bué de pontapé na gramática, especialmente nas respostas aos comentários, a celeridade não é boa companheira.
Mais vale uma bem dada que muitas rapidinhas.

3ºEnriqueci-me o que também não é admiração, dado o teso que sou.
É só ganhos

VOLTO PARA NÃO FALAR SOZINHO E PORQUE
DE OUTRA MANEIRA NÃO "PHALO"!

uniformemente acelerado


segunda-feira, 30 de outubro de 2006


em transe

O Tomás não larga o télélé, como se não bastasse acrescentou-me à sua lista de contactos e inunda-me o mail com mensagens do tipo: cuidado não abra, apoio para uma velhinha que perdeu a dentadura, encontro dos antigos… vocês estão a ver.
Mas, não é por isso, é somente porque propôs partilhar o MEU blog – que até não tava mauzito etc. mas a dois etc… Admirado perguntei como é que sabia do "com menta" – já adevinhava – foi o João – tinha que dar com os beiços no trombone, aquele sacana! Sei que não é por mal, pelo contrário, mas a culpa é só minha que não lhe devia ter dito nada, mas afinal os segredos são para ser ditos aos dez melhores amigos, né?

Atormenta-me o entusiasmo dele. Faço assim, faço assado, tu… - gaita!!! até já tem planos pra mim.
Tou pr’aqui: como descalço a bota, deixo ou não deixo?

Pura verdade: isto não é pulicidade (paga)

Pensava não alinhar nessa do maior de portugal, mas hoje alinho, amanhã se verá.
Quebrado pela emoção da escrita e da imagem proponho:

e não estou a brincar.
pelo que pude apurar, nasceu em outubro de 2006
sobre ele sei:
"um tipo banal. mais um, trabalhador por necessidade porque se eu pudesse, pegava na bagagem e vivia de país em país."
visitem:
Ah: não façam como eu, comecem pelo fim, é sempre a "mulherar", valeu?
PS - Cheira-me a que o bicho me vai ficar cá com uma raiva..., pela pinta dele.

So long VARATOJO

Aos 80 anos fechou o livro, assinou muitos e bons.

Mais um página ficará eternamente aberta, assim espero.

(...)"A voz do "leão", do economista (licenciou-se com 25 anos), do advogado (acabou o curso aos 50), do pós-graduado em Medicina Legal, do amante da criminologia, do escritor, do locutor, calou-se no último sábado de Outubro aos 80 anos. Mas para sempre ficou um legado de 34 livros sobre criminologia, mais de mil crónicas, vários programas de rádio e de televisão, que o catapultaram para a fama, e a memória de um homem que deixou uma marca no mundo da técnica e da literatura policial. E na sociedade portuguesa."(...)

domingo, 29 de outubro de 2006

FATIA

na senda dos temas politica e socialmente menos correctos:
Matas de Angola, Bié, Progredíamos há pouco menos de uma hora, do cimo do cavalo – a ficção dá pra tudo! Se eles têm e nós não temos… arranjamos os nossos “cóbois” - a sensação de segurança não era por aí alem, mas antes assim que à pata. Mantínhamos o contacto visual, e pelo flanco sempre era melhor; podia abrir ou fechar consoante a mata fosse mais ou menos densa.

O calor ainda não aperta, as botas estão molhados pelo cacimbo depositado no capim e arbustos; rastos nada, um ou outro deixado pela caça, trilhos muito menos. Calma perfeita, aves cantam á nossa frente, o que contribui para tranquilizar. Analisado o vento, capitão a barlavento, puxo de um anti -regulamentar “Hermínios” – estes poucos me cravam -, à falta de outra coisa sempre distrai.

Sigo embalado pelo passo da Fatia, égua "isabel" vaidosa de sua pelagem rosada, crinas e cabos branco-loiros, temperamental como tudo; Cambumba apelidou-a de FATIA DE MERDA. Ninguém lhe tinha mais amor do que ele! Passava-lhe o escovilhão ao correr e a contra pelo, pelo dorso, ancas e espáduas, chegado à barriga lá fugia ela incomodada pelas cócegas; tratando-se de lhe examinar os cascos, punha-se a pau, não fosse pregar-lhe outra dentada.
Absorto nestes pensamentos lá íamos com duas horas de marcha e o capitão sem mandar fazer alto, cu a doer e o calor a aparecer.

De súbito: gritaria, troar de cascos, diálogo de rajadas: cavas com falsetes, falsetes com cavas.

Estava um dia tão lindo! Bonito, lá temos merda outra vez.

pequeno CONTRIBUTO

O puto, bico-de-pés, cara colada ao gradeamento via o Francisco afastar-se de mão dada à senhora que lhe carregava o saco. Entraram para o carro, ela ao volante ele atrás e arrancaram. Antes de chegarem à curva, o Quico, de joelhos no banco espreitando pelo vidro acenou. A cara do puto explodiu num sorriso de língua de fora e os olhos a incendiaram-se; depois o carro fez a curva e desapareceu. O puto deixou ficar-se por uns momentos, por fim afastou-se pontapeando distraidamente o que calhava, dirigiu-se a um grupo de meninos de bibe igual ao seu que ajoelhados no chão brincavam de cabeças encostadas.
na altura agachado - sob a metralha da emoção - não fui capaz de arrancar, fiquei-me nas covas

O TOMATES

continuação de "Há quanto tempo"
Matos, por aqui!?
- Já não te lembras de mim! Qual mamatos nem meio matos pá, porra, chamo-me Tomás, homem, sempre me trocaste o nome! tás na mesma Erecteu humm, um pouco mais gordito e careca. (?) -estocada por lhe ter trocado o nome, de certeza.
Passado o primeiro momento da surpresa, e com esta agradável recepção, percebi, no que tinha caído.
Lá foram esclarecendo que se conheciam praticamente desde que o Mat…, o Tomás se mudara para perto dos Andrades: conhecimentos de cão, como eu chamo.
Nos passeios dos respectivos bichos, João e Tomás foram-se encontrando; seguiram-se umas bicas, conversas de ocasião sobre isto ou aquilo até, muito rapidamente, chegarem à conclusão que me tinham como amigo comum.

O Tomás! Chamávamos-lhe o “tomates”. Até de verão as bochechas vermelhas espreitavam por trás dos óculos. Como se não bastasse chegado á escola já a meio do 1º período, teve que se sujeitar às provações de um corpo estranho a penetrar em grupo do tipo fazer caixinha e a vida negra a quem podia. Á primeira piada retorquia com o gesto de mãos apertando a fruta, OS TOMATES. Por via disso e das bochechas TOMATES ficou.

Era um meio chato, porreirão, ligeiramente gago quando se enervava, com uma necessidade enorme de agradar, e sempre a levar para trás!
Ouvia uma anedota, ria alarvemente e depois sarnava o juízo à malta toda:
- já conhecem esta?- pela quincagésima vez – a malta: NÃAAO, conta; e começava – ummaaa vez uma gagaja com um ggganda par de mamas… e lá havia um sacana que metia a primeira, acelerava a fundo e desbobinava o fim da anedota. Deixava-o de sorriso à banda, eh eh!; outras vezes deixávamo-lo embalar e, a um piscar d’olho ou meneio de cabeça, à uma, abalávamos lá vindo ele atrás de nós a tentar concluir; chegávamos a dispersar, cada um para seu lado para não lhe dar hipótese. Ficava apardalado!
Dizer-vos que a malta gostava dele pode parecer vos estranho, mas que gostava mesmo, gostava. Uma ou outra vez, raramente, sentia aquelas brincadeiras excessivas e sob risco (muito, muito bem avaliado) lá tentava minorar o impacto do gozo de que era alvo. Mas enfim… tempos que já lá vão.

Bem, findo o jantar, lá fomos até Linda-a-Velha. Enquanto esperava que eles fossem buscar os cães pra voltinha da noite, fui pedindo uma italiana alta e forte, - piada gasta mas que desgasta os empregados, eheh. Chegou o João, mais a sua maria, mais o Fredy; pouco depois chega o Tomás com um cruzado de rafeiro com rafeira. Simpático perguntei - como se chama o canito?
ERECTEU, respondeu-m'o cabrãozão.

sábado, 28 de outubro de 2006

Há quanto tempo

A Isabel e o João desafiaram-me para jantar. Perante alguma hesitação, demoveram-me com o esfarrapado: há uma surpresa.

De casa deles seguimos pá janta e a surpresa era o local: A FLORESTA DE ALGÉS! Cem quilómetros para tal, mas estava bem.
Voltava à "Tasquinha", casa que nos deliciou com pratadas a 4$90, fruta bebida e café incluídos, no tempo em que a malta "da"INEF se distribuía, dependendo da altura do mês, pelas casas de pasto e cervejarias da zona.

Tudo mudado: balcão da direita p’a esquerda, mais espaço sacado não sei d'onde. De novo, também: as mesas corridas, toalhas e televisão. De antigo, aquela sonoridade.
Não fora o amor que eles me têm e o pouco que consigo retribuir-lhes e diria, merda pá surpresa. Veio o panito e a chouriça, o vinho verde-branco à pressão e comecei a dar por bem empregue a ideia.

Quando dei por isso, com tanto lugar vago, planta-se ali um tipo, ali mesmo ao lado: olhar insistente, sorriso irónico, orelha à boleia da nossa conversa. Restou colocar-me a três quartos para ver se... nem sei bem o quê.

Encomendadas as costeletas e a corvina, a conversa não ganhava jeito com aquele emplastro ali colado! nem os meus comentários e trejeitos implícitos a resvalarem p'o explicito safavam a situação, nem os meus amigos se mostravam incomodados. Parecia que só eu sentia a cueca entalada no rabo!
Dei comigo a pensar: o tipo é bicha; depois refreei-me considerando que podia ter tido um qualquer curto-circuito par'os lados do lóbulo frontal.
Quando o gajo acintosamente chega a cadeira para cima da minha amiga... foi demais! Virei-me directamente para ele que, agora, escancarava um inapropriado, alarve e desafiador sorriso. Abri-lhe os olhos e quando... porra; era o Matos!
Há quanto tempo não via este gajo?!!

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Piratas

ainda bem que não fui.


com amigos assim também não se vai longe!

Gato por lebre

A propósito de um posto de abastecimento que fornece combustível a preços baixos mas... os litros fornecidos dão para menos Kms. (em azul e verde)

Referido que o dever cívico obriga a agir para além de denunciar:

"O IPQ é responsável pelo cumprimento de legislação que regula a aplicação no mercado de pesos e medidas, de modo a garantir medições fiáveis para protecção do consumidor, saúde pública, ambiente e segurança, e credibilizar os agentes económicos quando fazem transacções comerciais baseadas em medições." http://www.ipq.pt/custompage.aspx?modid=556
A DECO é um meio para se agir, mas desses... adiante falarei.

AGARRA-T´HOMEM

é sexta-feira
E NEM PIU!

Vota num homem que PRESTE

JOÃO

DAS ARÁBIAS !

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Marias, vejam lá...

Diefe, ab, eu confesso.

ERECTEU (ERICTÓNIO)
Um dos primeiros reis míticos de Atenas, muitas vezes confundido com o seu avô Erictónio. --> ATENAS (FUNDAÇÃO DE).
Quando o deus Hefesto* vê Atena*, que veio à sua oficina de ferreiro para lhe encomendar armas, não consegue reprimir o seu violento desejo e precipita-se sobre ela: o seu esperma espalha-se pela perna da casta deusa que recusa qualquer união; perturbada, limpa-se com um pano e deita-o ao chão. Da terra assim fecundada nasce um estranho descendente, Erictónio, cuja aparência (meio homem, meio serpente) e cujo nome ("nascido do solo") manifestam as suas origens ctónicas*. Sem o conhecimento dos deuses, Atena fecha-o num cesto que confia às três filhas de Cécrope, mas a sua curiosidade leva-as a abrir este objecto precioso. Tomadas de pânico quando vêem a criança monstruosa, lançam-se do alto dos rochedos da Acrópole. Criado por Atena no recinto sagrado do seu templo, Erictónio recebe o poder de Cécrope, e o seu filho Pandíon suceder-lhe-á no trono de Atenas.
Depois, à medida que se define a tradição mítica e literária, Erecteu distingue-se do seu antepassado para entrar na cronologia dos primeiros reis de Atenas na época clássica. Filho de Pandíon, sucede-lhe após a sua morte, enquanto o seu irmão, Butes recebeu as funções sacerdotais da cidade. Erecteu é também irmão de Filomela* e de Procne, que serão transformados em aves. Durante o seu reinado, rebenta uma guerra entre Atenas e Elêusis, que, entre os seus aliados, conta com o rei da Trácia, Eumolpo, filho do deus Posídon*. Erecteu consulta o oráculo de Delfos sobre o combate: é-lhe dito que deverá sacrificar uma das suas filhas para obter a vitória. Todas as filhas do rei teriam, então, dado a sua vida para salvar a pátria. Graças a este sacrifício, os Atenienses levaram a melhor, mas Erecteu, que matou Eumolpo no decurso da batalha, é fulminado por Zeus*, a pedido de Posídon, furioso pela morte do seu filho.

  • Icon. Muitas pinturas de vasos representam episódios da vida de Erecteu. Existem ainda duas cabeças provenientes do Pártenon (séc. V a.c.), uma em Atenas e outra no Vaticano.

CORRUPÇÃO

À corrupção da:
língua –rititi- (banal);
consciência – IVG- (intolerável);
intelectual –MST- (tolerada)


podemos juntar este raminho fresco, colhido hoje mesmo no DN

http://dn.sapo.pt/2006/10/26/editorial/ficcoes.html

(...) Uma das ficções criadas com a votação do Conselho Superior do Ministério Público, que chumbou o nome de Mário Gomes Dias para vice-procurador, é a de que os nove votos contra seriam, no essencial, a expressão corporativa da reacção dos magistrados do Ministério Público (MP) presentes neste órgão. Alinhados com o respectivo sindicato, sacaram do voto e dispararam contra o alvo intermédio, para atingirem o próprio procurador-geral.(...)


http://dn.sapo.pt/2006/10/26/nacional/megainvestigacao_a_negocios_autarqui.html
(...) antigos dirigentes da empresa Resin, no âmbito do processo de Fátima Felgueiras, que denunciaram simulação de contratos, viagens pagas a autarcas e apoios financeiros nas campanhas eleitorais. Em Viseu, as suspeitas foram arquivadas (ver texto em baixo). (...)


http://dn.sapo.pt/2006/10/26/editorial/ficcoes.html

(...) Hoje, Alexandre Magalhães vai ao Tribunal Comercial de Gaia com a SAD para uma conciliação que antevê difícil, mas simples. "Interpus uma acção, o ano passado, por causa da gratificação aos quatro administradores [Pinto da Costa, Reinaldo Teles, Fernando Gomes e Adelino Caldeira]. Pelo que entendo, e pelo que defendem os juristas que consultei, é ilegal. (...)


http://dn.sapo.pt/2006/10/26/cidades/nao_por_a_camara_santarem_praca_publ.html

(...) As contas estão como há um ano?
Não. Embora ainda estejamos a receber facturas de despesa ilegal, de 2002, porque não há registos na câmara, não ficámos parados. Fizemos acordos com fornecedores sem dizer nada a ninguém e, se resolver o último, não preciso da antecipação de rendas e não vou colocar Santarém na praça para ser tiro ao alvo.(...)
Sinto-me up-date, corto e colo, e ...
vou dormir para o melhor lado.
3 em 1 né cara?

A 300

Hip, hip Hurrah.

A partir deste marco contabilístico, deixarei, de celebrar.
Sem modéstia auto-felicito-me pelo facto de ter contribuído com aproximadamente 278 contagens referentes às vezes que vim ver se as minhas marias e maneis cá tinham vindo passar-me a mão pelo ego.
Estou satisfeitíssimo pelos resultados obtidos, tão satisfeito que, não querendo deixar de agradecer, passo a considerar os números vindouros um acontecimento banal.

Três olhares e um sorriso

in ADN
Segundo os peritos, a possibilidade de nascimento de gémeos de raças diferentes é de um para um milhão .

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

(ex)citação

a mestria da narrativa de garfiar induziu este comentário.
não me atrevi a publica-lo no seu espaço,
voltei a sair e aqui o depus com muita hesitação
vão lá ver e perceberão

Um gajo de pulso, depara com aquela fatiota, gravata de napa, cabelo old style Ph7, ou talvez bilcrime, zás dá-nos um flash; óspois, a voz a sair daquela boca implantada naquele rosto, zás flash de novo, na cara chapada: "subi a vida a pulso", ZÁS, estava a pedi-las... IMPULSOS!
Como eu percebo!
Graças aos deuses, sou ateu e não tenho nenhum a tomar conta de mim.

Às minhas marias, à diefe

fiz a sacanagem (corrigi as infordeformações) de:


e se elas permitirem, à barriga de um arquitecto.
Estava a ir tão bem, quando...


(...)
Fizeram amor à luz das três chamas e das brasas da lareira, que pareciam tingir de vermelho o ar do quarto.
- Sabes há quanto tempo vivemos nesta situação? - perguntou Teresa.
- Perfeitamente: há vinte e seis anos, ainda que não tenha sido sempre a mesma.
- Li que alguns poetas falam cada vez mais do amor como algo eterno, um sentimento tal, que nem sequer a velhice pode destruir. Não nos estará a acontecer isso?
- Parece-me que não ouviram os poemas que se escutam por Leão e pela Galiza. Alguns são atribuídos ao próprio rei Afonso e neles o amor eterno não fica lá muito bem visto. Ouve este; recitou-mo este Verão o mestre da ferraria de Leão e dizem que o seu autor é o rei Afonso. Escreveu-o ao saber do êxito amoroso de um clérigo que tinha muitas amantes e que fornicava com a que a cada momento lhe apetecia. Utilizava uma táctica muito engenhosa para isso: dizia à mulher da qual se pretendia aproveitar que apresentava sintomas de estar endemoninhada e que a única maneira de tirar o espírito do Maligno de dentro dela era fornicar até estar redimida.
- O que na verdade essas mulheres queriam era que o cura as cobrisse.
- Assim é. Certamente tinham a doença de São Marcial.
- O que é isso? - perguntou Teresa.
- Também lhe chamam furor uterino, ou fogo do cono; diga-mos que há mulheres que não podem estar um único momento sem alguém com quem gozem. Mas houve o poema:



Juan Rodríguez perguntou a Balteira
quais eram as suas medidas, para colher madeira,
e ela disse: Para o fazer bem, deves colher
o tamanho certo.
Assim e não menor, de nenhuma maneira.
E disse: Esta é a boa maneira
e, além disso, não só a dei a vós,
e dado que sem compasso a hei-de meter,
tão longa deve toda ser
que possa entrar entre as pernas
da escada.
A Maior Mufíiz deu outra semelhante
a ela veio colhê-la com gosto
e Maria Arias precisamente o mesmo
e Alvela, a que esteve em Portugal:
alas colheram-na na montanha.
E disse: Esta é a medida de Espanha,
não a da Lombardia nem da Alemanha,
que seja tão grossa não é mau
pois delgada não vai bem para a racha.
E disto eu sei mais que Abondaña.

- Tens a certeza que D. Afonso escreveu isso? - perguntou Teresa.
- Ninguém duvida. A arte de trovar é considerada por mui­tos como a mais perfeita de quantas artes o homem inventou. Trovar é próprio de homens cultos, e sua majestade é culto. Escuta este outro poema, ainda é mais directo:

Fui pôr a mão no outro dia
no cono de uma soldadeira,
e disse-me: «Tira daí, desavergonhado,
que agora não é o momento
que me fodam, pois é o tempo
que prenderam Nosso Senhor na paixão:
sai de mim, pecador,
porque não mereci muito mal».

- Não imagino um rei recitando semelhantes versos na Corte. - Pois escuta este outro; o seu autor não é D. Afonso, mas um poeta galego seu amigo, chamado Afonso Eanes do Coton. Quando mo recitaram, garantiram-me que D. Afonso se ria à gargalhada ao ouvi-lo.

Marinha, o teu folgar
Tenho eu por desacertado,
e ando maravilhado
de te não ver rebentar;
pois tapo com esta minha boca,
a tua boca, Marinha;
e com este nariz meu,
tapo eu, Marinha, o teu;
com as mãos te tapo as orelhas,
os olhos e as sobmncelhas,
tapo-te ao primeiro sono;
com a minha piça o teu cono;
e como o não faz nenhum,
com os colhôes te tapo o cu.
E não rebentas, Marinha?

- Não parece um amor demasiado eterno, mas sim carnal, só carnal - comentou Teresa.
- Nem todo o amor é assim, ainda que às vezes se manifeste desta maneira.
(...)
Algo me diz que deveria pôr este livro de lado, mas ele está quase acabado...
e com esta lá me vou
reunião de grupo vou ter
bem, bem lixado eu tou
se lesto não comparecer

A duzentos cheguei!

Será que me estatelarei?

O "Anac" não se fica nas covas

manda a administração passear.O sacaninha tem 50% das cotas da sociedade e não me reconhece voto de qualidade.
Salva-me que ele às boas vai lá.

Una niña

acude a las oraciones de Eid al-Fitr, que marcan el final del Ramadán, en Teherán (Irán).
que o Senhor te poupe au véu...

se for esse o teu desejo

The Antennae Galaxies in Collision

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Ética

que palavra tão estranha.

Servirá para alguma coisa?
até serviria à poesia, Não dava jeito pa rima?

estética
anoréctica
patética
sintética
esquelética...

e eu sei lá para que mais ainda servirá; para a prosa poética?

Todo o dia andei nela enrolado, griteia-a, ou só a pensei?

Ética palavra tão de algodão doce, tão fofa que em lado nenhum faz eco!

Discutir o direito à vida

Comentário de mfba em "Blogue do Não" in http://aartedafuga.blogspot.com/

(...)Se o "não " é porque houve concepção e os direitos do feto, vamos discutir o direito que têm os estados em mandar para a guerra, seja ela qual fôr, esse mesmo feto, para morrer na maior parte dos casos.(...)

Não pretendo suscitar a discussão do IVG, penso sinceramente ser uma questão de consciência, da mulher em primeiro lugar, sem descurar o direito do parceiro se pronunciar.

A reflexão de mfba é no mínimo curiosa, face a mentalidades e instituições "moralistas"

Noblesse oblige,

parafraseando uma ave rara lusitana, de tiques amaneirados.

É óbvio que vocês não poderiam ser lusofolia.blogspot.com, não há dois endereços iguais!
Inventar, inventar... as coisas só se inventam uma vez! Nas outras vezes descobre-se que o que pensávamos ter inventado, afinal já o foi.

Não vos acuso de má fé. Questiono a atitude frontalmente.

Perguntem directamente a opinião a Toix, assim assina o bloger de Lusofolia. Eu não sei qual é a sua opinião. Verificarão que pus um post elogiando a postura elegante de ele não comentar o vosso anúncio de existência.
Ao perguntarem, formalmente, ficaremos todos esclarecidos.

É só uma opinião.

L. M. Pinto, Apex,


Lusofolia é um companheiro de caminhada muito longa.

Calculo que seja um abalo forte para quem criou um conceito de definição de espaço intelectual vê-lo devassado por uma iniciativa alheia.

Eu sei o que faria:
1º Criava, de imediato, um novo blog com nome autónomo e passava para ele o conteúdo desse.
2º Por um período razoável, o da existência do vosso blog, deixava um linK para o novo Blog criado.
3º Findo esseperíodo apagava o blog.

Poderá ser uma forma de ética, ultrapassada e perene, que não seja acolhida, até, por muitos, poderei ser o único a assim pensar, o que não acontece certamente, mas é a minha noção de ética e de HONRA.

Independentemente do que possam ou não fazer no sentido de libertar o nome LUSOFOLIA, Erecteu deseja-vos as melhores felicidades para o vosso projecto.

Mãe,

atingi os cem!
- Vê lá se t'estampas

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

O âmago



Vocês sabem onde fica o âmago?

É porque nunca vos doeu.

Não vão ver, ouviram?

Hoje, também, andei por aí a kuskar. Valeu a pena. De blog em comentário fui saltando para outros blogs, sem critério, guiado pelo nomes mais ou menos apelativos. Tomei consciência que as postas femininas tinham a primazia. Questão de educação presumo eu: ladies first. Nesta deambulação pelas marias da esfera, fui-me familiarizando ora com uns, ora com outros que fui visitando e muito apraz ter aqui aferroado em "a cheirar". Ou por oculto ciúme, já desvendado, ou por preconceito associado a imagens que não me serão muito atraentes fui saltando, ora aquele ora este:Mas... compelido (pelo ciúme ou pela rejeição ao icone) lá fui eu, Erecteu. E mais uma vez... por onde é que tenho andado eu ? Acicatou-se-me cá 0 ciúme, de uma maneira...
Digo-vos: Não vão ver, é um conselho.
Abssinto, não provem tá?
Ab - (do lat. de) ; Sinto (do vb sentir, - 1ª ps sing p.i. )
Absíntio- (s. m. do lat. absinthiu . do gr. apsinthion) Planta aromática...; Licor preparado desta planta
Absinto- (s. m. m q) Absíntio

domingo, 22 de outubro de 2006

Obrigado HC

Perante um plasma um estranho fenómeno “anti-alzeimer” fez-me recuar a um longínquo tempo, a um quarto na penumbra.

Numa cama de grades, castanha - que meu pai fizera - cumpria a sesta diária. Dormir nada! Rebolava pernas ao alto batendo-as numa e noutra grade. Tagarelava cantando; minha mãe “modista” que trabalhava em casa, por vezes assomava e docemente:
- shiiiu J. dorme, anda lá, dorme só um bocadinho.
Hoje, à dança das pernas e ao tagarelar juntou-se uma nova brincadeira: dedos na boca explorando-a, o vómito surgiu golfado. Minha Mãe acorreu tomou-me nos braços balançando-me concluiu que estava com febre, coitadinho.
Sentia-me tão bem! Sabia a causa e compreendi o efeito; comprometido não fui capaz de a tranquilizar.

Eu conto.

Convidei, Mr (Mystery) escolheu. Resultado?
Almodovar = a si próprio, Muito Bom. - Mr também

Mexam-me esses cus e vão ver. Os que já viram também.

De volta a casa, uma hora com Class FM 106.2

Tou de papo cheio