Artes ou ciência, Porquê?
Artes & Ciência, Porque não?
Á sua frente uma escada como a que leva aos céus; íngreme e estreita por onde poucos passam, estranhamente curta; escasso cobertor, focinho burilado, espelho avantajado; alva de seu pinho, textura profundamente marcada de tanta lixívia. Mão no joelho para facilitar a escalada, ainda a meio não ía e já Nereu furava direito às portas que lá no alto: a da frente cerrada, a da direita oferecida. –à tição, tanta pressa pra quê?, ele zut, arrancou a quatro por ali acima, em sons indescritíveis, direcção à luz que o puxava, mais que buraco negro do céu. Ao assomar do patim, lá de dentro vinha –Oh anda, como que se aflito estivesse, o “vó anda” repetia-se reforçado pelo batuque no soalho a dois pé; espreitou semiofegante, a cozinha –Pára, olh’á viziINHA! em troca recebeu a precipitada investida de um abraço pela cintura. -como lhe sabia bem aquele rostinho quente, no ventre!é o que queria transmitir à autora
fica a brejeirice, resultado de uma tentativa falhada
...
Sentados num desnível entre a parada e a caserna, naquele fim de tarde conversava um pequeno grupo. O que diriam naquela primeira semana de recruta? Conversas soltas seriam. – Oh nossos recrutas, bastou para pôr tudo em sentido, braços e dedos esticados, uns a ensaiarem uma continência outro à procura do quico, todos a tentar aplicar o que já deveriam saber. – Mas que vem a ser isto? – torniturava nada mais nada menos que o comandante da unidade. – a desrespeitar a farda sentados no chão? Tudo calado ouvindo a reprimenda, ouve-se – Oh senhor… - SENHOR!!! trovoou o Coronel – Oh nosso Capitão tire-me já o número desses gajos, quero-os todos à máquina zero e o fim-de-semana é por conta da casa; começaram a declinar o “nome e apelido” que agora tinham:


post posta: Estou de boca pra nuca e de mãos atadas.
"Cada bloguista participante tem de enunciar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blogue."Avançam (?)
que me perdoem, se poderem

Sábado é um dia porreiro, a segunda-feira está longe – é como um arrozal imenso há minha frente – mijo, sacudo, faço uma concessão à higiene: lavo os dentes e ala comprar o jornal – recuso-me terminantemente a dizer qual para não alimentar a guerra do SIM vs NÃO dos semanários. 

Aos 80 anos fechou o livro, assinou muitos e bons.
Diefe, ab, eu confesso.
ERECTEU (ERICTÓNIO) 
Um dos primeiros reis míticos de Atenas, muitas vezes confundido com o seu avô Erictónio. --> ATENAS (FUNDAÇÃO DE).
Quando o deus Hefesto* vê Atena*, que veio à sua oficina de ferreiro para lhe encomendar armas, não consegue reprimir o seu violento desejo e precipita-se sobre ela: o seu esperma espalha-se pela perna da casta deusa que recusa qualquer união; perturbada, limpa-se com um pano e deita-o ao chão. Da terra assim fecundada nasce um estranho descendente, Erictónio, cuja aparência (meio homem, meio serpente) e cujo nome ("nascido do solo") manifestam as suas origens ctónicas*. Sem o conhecimento dos deuses, Atena fecha-o num cesto que confia às três filhas de Cécrope, mas a sua curiosidade leva-as a abrir este objecto precioso. Tomadas de pânico quando vêem a criança monstruosa, lançam-se do alto dos rochedos da Acrópole. Criado por Atena no recinto sagrado do seu templo, Erictónio recebe o poder de Cécrope, e o seu filho Pandíon suceder-lhe-á no trono de Atenas.
Depois, à medida que se define a tradição mítica e literária, Erecteu distingue-se do seu antepassado para entrar na cronologia dos primeiros reis de Atenas na época clássica. Filho de Pandíon, sucede-lhe após a sua morte, enquanto o seu irmão, Butes recebeu as funções sacerdotais da cidade. Erecteu é também irmão de Filomela* e de Procne, que serão transformados em aves. Durante o seu reinado, rebenta uma guerra entre Atenas e Elêusis, que, entre os seus aliados, conta com o rei da Trácia, Eumolpo, filho do deus Posídon*. Erecteu consulta o oráculo de Delfos sobre o combate: é-lhe dito que deverá sacrificar uma das suas filhas para obter a vitória. Todas as filhas do rei teriam, então, dado a sua vida para salvar a pátria. Graças a este sacrifício, os Atenienses levaram a melhor, mas Erecteu, que matou Eumolpo no decurso da batalha, é fulminado por Zeus*, a pedido de Posídon, furioso pela morte do seu filho.



se for esse o teu desejo
Mas... compelido (pelo ciúme ou pela rejeição ao icone) lá fui eu, Erecteu. E mais uma vez... por onde é que tenho andado eu ? Acicatou-se-me cá 0 ciúme, de uma maneira...
De volta a casa, uma hora com Class FM 106.2
Tou de papo cheio